Cresce o desespero de Dilma diante da crescente possibilidade deimpeachment

"Não pergunte o que o país pode fazer por você mas, o que você pode fazer por seu país!" John F. Kennedy (ex-presidente dos EUA)











Caros amigos e inimigos leitores,





Por mais que a presidente  Sapiens não admita em público, ela está desesperada e com medo diante da possibilidade cda vez mais real de seu impeachment.
Isto ficou evidente quando neste fim de semana a presidente Sapiens  fez uma reunião para tentar robustecer a sua defesa. Ela convocou ministros de partidos aliados - desde o PMDB ao PC do B - para monitorar suas bancadas no Congresso.
O Planalto decidiu que vai recorrer ao STF  caso algum requerimento solicitando o  afastamento da presidente Dilmá for aceito pela Câmara.
No domingo 11, como citei anteriormente, a presidente convocou nova reunião com os ministros, no Palácio da Alvorada após uma viagem de menos de 24 horas a Porto Alegre.
Nesta reunião com os ministros, a presidente Dilmá, a Maléfica foi informada de que o presidente da Câmra, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), vai comandar uma "manobra" pró-impeachment.






O governo avalia que pelo fato de estar acuado devido a denúncia do Ministério Público da Suiça que mostram contas secretas atribuídas a Eduardo Cunha e que teriam sido abastecidas com  o dinheiro desviado da Petrobras, o presidente da Câmara coloque em prática o jogo combinado com a oposição para atingir a presidente Sapiens.
De acordo com o jogo combinado o presidente da Câmara rejeitará o pedido de impeachment apresentado pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Jr.
A ideia aqui seria deixar o caminho aberto para que um deputado oposicionista apresente recurso ao plenário da Câmara e, de acordo com o que idealizou Cunha, o recurso poderia ser aprovado por maioria simples, composta por 50% mais um dos deputados independente de quantos estejam presentes  à sessão.
O advogado Flávio Caetano, que coordenou a campanha de Dilma a reeleição, foi convocado para defender a presidente na possivel ação de impeachment.
A intenção do governo é contestar a questão do quórum para a abertura  do processo pela Câmara já que a Constituição exige dois terços dos parlamentares.





Por mais que os juristas preparem pareceres  para dar sustenção à defesa de Dilma, o documento assinado por Bandeira de Mello e Fabio Konder Comparato que diz que a reprovação das contas  do governo pelo TCU não representa crime de responsabilidade e que é insuficiente para  a abertura de impeachment da presidente. 
O documento em minha opinião tem uma argumentação fraca, uma vez que as pedaladas fiscais segundo o TCU ferem a Lei de responsabilidade Fiscal.
A grande verdade é que estão tentando defender o que é indefensável. A presidente não conta com apoio popular, nem no Congresso. Na semana passada, a presidente foi derrotada no TCU, TSE e não houve a votação das pautas bombas. Enfim, é bem provável que a esta altura do campeonato o impeachment da presidente seja iminente e inevitável.

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*Franco Barni (MTB 29.942)





*Franco é jornalista há 20 anos, foi colaborador Jornal Correio Mariliense,  escreveu no Jornal de Lins, foi colunista do Correio de Lins, Jornal da Moóca e Revista Tatuapé. Trabalhou na AgipLiquigás do Brasil como Assessor de Comunicação Social. Para conhecer meu currículo em detalhes, clique aqui











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