Você quer novos impostos? Não obrigado

"Numa época de mentiras universais, dizer a verdade é um ato revolucionário." George Orwell









Caros amigos e inimigos leitores,




Na última sexta-feira (13), o ministro da Fazenda Henrique Meirelles concedeu uma entrevista coletiva - a primeira - e destacou que o fator político foi uma das razões da queda de confiança, bem como a dúvida de que o estado brasileiro possa lhe dar com a dívida pública. Para ler um resumo da entrevista coletiva do Ministro Henrique Meirelles, clique aqui
Ele destacou também anecessidade de uma reforma previdenciária e ao falar de tributação ele disse que o nível de tributação no Brasil já é muito alto e que isto tem reflexos na economia, o que deve existir uma meta para a redução do nivel de tributação em relação ao PIB. 
O ministro disse também que deve-se dar prioridade ao crescimento da dívida pública em níveis insustentáveis. E que caso seja necessário um tributo, ele será criado de forma temporária.
Com todo o respeito Senhor Ministro, mas justamente porque nós brasileiros já temos uma carga tributária elevada - segundo informações, uma das maiores do mundo - é que sou totalmente contra a volta das CPMF´s da vida e, uma vez  que ele já virou definitivo há alguns anos, não consigu acreditar que ele retornará de maneira provisória. E o senhor poderia explicar qual seria o tempo de vigência dele já que seria provisório?
Em primeiro lugar senhor ministro, a primeira medida que o governo deveria tomar em minha opinião,é cortar para valer - e não para fazer charme e fazer média com a população - são os gastos do governo, cortar a máquina pública.






Na semana passada, Romero Jucá anunciou que até o final do ano pretende cortar 4 mil cargos cargos de confiança e funções de confiança , o que representa cerca de 18,5% segundo a notícia do G1- para ler em detalhes, clique aqui! - segundo a matéria, o governo tem cerca de 21,7 mil.O governo federal tem hoje 21,7 mil cargos comissionados, sendo 16.085 ocupados por servidores de carreira e 5.615 por não concursados.
Não estou aqui para ensinar o "Pai nosso" para vigário mas, em meu ponto de vista, o governo deveria primeiro cortar tudo o que for possivel antes de pensar em trazer novos impostos - mesmo que provisóriamente - ou aumentar as alíquotas dos tributos.
Em meu ponto de vista, o governo deveria se empenhar em reduzir ministérios, e  não adianta reduzir e unificar, é preciso cortar consequentemente, o número de funcionários.












Onde também é possivel realizar cortes, é no número de Deputados(atualmente 513) e Senadores (atualmente 81). Se o Brasil tem 26 estados, mais o Distrito Federal (Total de 27), o número de 27 Deputados e 27 Senadores é mais do que suficiente na minha opinião. O corte não para por aí, é preciso acabar - ou pelo menos reduzir drásticamente - as mordomias os parlamentares.  Pergunto aqui, quantos milhões - para não dizer bilhões - seriam economizados?







O dinheiro economizado poderia ser destinado para Saúde, Educação, Infraestrutura. É uma boa ideia, não acha prezado leitor? Sim. O governo pode dizer que vai econtrar dificuldades no Senado e na Câmara para realizar tais cortes. Sim é possivel que tais dificuldades existam mas é preciso a pressão popular e a boa vontade do governo para realizar.Não disse que seria fácil, como não o é! Mas não é  uma tarefa impossível de se realizar. É necessário deixar as vaidades políticas de lado  e pensar para valer no Brasil.
O governo reduzindo seus gastos,  será possivel inclusive diminuir a quantidade de impostos e  até diminuir  o valor da alíquota, por exemplo se era de 10% seria possivel que venha a ser de 6%, valo lembrar que é apenas um exemplo.







Os políticos eleitos precisam realmente parar de pensar em impor sacrifícios apenas para a população quando as contas do governo apresentam rombos. O sacrifício deve começar pelo próprio Estado que deve pensar em reduzir suas contas e gastos. Nós brasileiros não aguentamos mais pagar a conta de políticos que administraram de maneira errada e com incompetência o dinheiro público. Então senhor ministro, sugiro que antes de apertar mais e impor novos sacrifícios ao cidadão brasileiro, que o governo comece a cortar seus gastos porque nós cidadãos não aguentamos mais pagar pelos erros de administração.
Vale lembrar que com o aumento da carga tributária, podemos correr o risco de empresas fecharem e o resultado é de mais desemprego. Os produtos no Brasil custam mais caro do que em muitos países de primeiro mundo por causa da alta carga tributária.
O Brasil não pode mais se dar ao luxo de afundar e causar mais recessão e desemprego. Pensem nisso.



Para ver matéria onde o senador Álvaro dias pede apoio da população para acabar com o foro privilegiado, clique aqui.









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*Franco Barni (MTB 29.942)

*Franco é jornalista há 20 anos, foi colaborador Jornal Correio Mariliense,  escreveu no Jornal de Lins, foi colunista do Correio de Lins, Jornal da Moóca e Revista Tatuapé. Trabalhou na AgipLiquigás do Brasil como Assessor de Comunicação Social. Para conhecer meu currículo em detalhes, clique aqui










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