Impeachment de Dilma é aprovado: 61 votos a favor e 20 contra

Pecar Pelo silêncio quando devemos protestar, torna o homem covarde! Ella Wheeller Wilcox












Caros amigos e inimigos leitores,




O dia 31 de agosto de 2016 entra para a História do Brasil! Hoje, a presidente Dilma Rousseff tornou-se a terceira presidente a sofrer o impeachment.  No caso de impeachment, três presidentes no Brasil passaram pelo processo: Getúlio Vargas, Fernando Collor de Mello e, por último a presidente Dilma Rousseff que foi cassada hoje. Para ler mais sobre os presidentes que sofreram a perda do mandato, clique aqui!
*Uma notícia interessante e Histórica é que apenas 5 presidentes terminaram seus mandatos nos últimos 90 anos - de 1926 a 2016 - dentre 25 presidentes, apenas 5 foram eleitos pelo voto popular e terminaram o seu mandato: Eurico Gaspar Dutra, Juscelino Kubitschek, Lula, FHC e Dilma.
Nos 126 anos de República, O Brasil teve até hoje, 36 governantes, apenas 12 - um terço deles - foi eleito diretamente. Para saber mais Clique aqui! Um absurdo não é?
Com a decisão de hoje - quarta-feira (31) - A ex-presidente Dilma se junta a outros 6 ex-presidentes que foram depostos via golpe ou impeachment: Washington Luís, Júlio Prestes, Getúlio Vargas, João Goulart e Fernando Collor de Mello. Para ler mais a respeito, clique aqui! 





A agora ex-presidente Dilma,tem chances de reverter o quadro? Para ver a opinião dos juristas, clique aqui!
A presidente foi cassada por 61 votos a favor do impeachment e 20 votos contrários, não houve abstenções. Para ver como votaram os senadores, clique aqui!

Em minha opinião, houve uma incoerência por parte do senado. Em uma segunda votação, eles mantiveram os Direitos políticos da presidente cassada.  No meu ponto de vista e, pela lógica, seus direitos políticos poderiam e deveriam ter sido cassados. Para que ela perdesso o direito de ocupar cargos públicos eram necessãrios 54 votos, mas foram 42 votos a favor, 36 contrários e 3 abstenões.











Para que Dilma ficasse inelegível por oito anos,era necessário que dois terços dos senadores(54) votassem a favor da inabilitação. Se ela foi cassada por causa das pedaladas, seria coerente votar a favor cassação dos direitos políticos em meu ponto de vista. 
O que gerou e ainda vai ser motivo de polêmica é não terem aprovado a cassação dos Direitos Políticos de Dilma. Já que o presidente cassado perde autommaticamente os Direitos Políticos. Isto é um tanto perigoso uma vez que cria um precedente um tanto estranho.LEia abaixo o artigo 52:

"Art. 52. Compete privativamente ao Senado Federal:
I - processar e julgar o Presidente e o Vice-Presidente da República nos crimes de responsabilidade, bem como os Ministros de Estado e os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica nos crimes da mesma natureza conexos com aqueles;
II - processar e julgar os Ministros do Supremo Tribunal Federal, os membros do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Público, o Procurador-Geral da República e o Advogado-Geral da União nos crimes de responsabilidade; (...)

Parágrafo único. Nos casos previstos nos incisos I e II, funcionará como Presidente o do Supremo Tribunal Federal, limitando-se a condenação, que somente será proferida por dois terços dos votos do Senado Federal, à perda do cargo, com inabilitação, por oito anos, para o exercício de função pública, sem prejuízo das demais sanções judiciais cabíveis."

Portanto, podemos entender que o impeachment e a inabilitação são inseparáveis. Para ler a íntegra do artigo 52, clique aqui!
Agora, prezado leitor, o presidente Michel Temer que está sendo empossado enquanto vos escrevo, terá uma grande responsabilidade. Tirar o Brasil desta paralisia que se encontra desde 2015. Se faz necessário fazer inúmeras reformas para que se tenha austeridade fiscal.






Seria necessário o agora presidente Michel Temer, cortar gastos de toda a espécie, como mordomias e privilégios dos políticos. Inclusive se faz importante discutir uma redução drástica no número de ministérios, de funcionários comissionados e, porque não, pensar no corte no número de deputados e senadores. Com um corte drástico, pode-se inclusive pensar na redução da carga tributária já que com os cortes, a despesa diminui. A máquina estatal, está inchada e sem agilidade.
A tarefa de Michel Temer não é nada fácil, pois ele tem a responsabilidade agora de conduzir o país num caminho que leve o Brasil a sair da atual crise que não se resolverá apenas com o impeachment de Dilma Rousseff.










Mas Michel Temer terá que mostrar serviço e competência. Particularmente não acredito em milagres. Agora Temer terá que trabalhar duro e deve saber também que contará com a oposição - provavelmente ferrenha e voraz - de quem apoia Dilma e o PT.
A situação  econômica do país é delicada e grave, porque a crise é grave e precisa de solução e não de milagres e fómulas mirabolantes, não é necessário aumentar impostos e sim que o governo corte seus gastos drasticamente como disse antes. 







A grande pergunta é: Será que Michel Temer conseguirá pelo menos recolocar o Brasil de volta aos trilhos para que cresça e volte a gerar empregos? Será que Temer conseguirá combater a inflação? Vamos ver e aguardar. Vamos ver agora se agora com o desfecho final do impeahment conhecido, o Brasil começa a funcionar para valer.
Uma coisa que cabe salientar aqui é que o o povo brasileiro está de parabéns porque enfrentou esta fase da crise política sem maiores tumultos, sem que tenha virado uma guerra civil até o momento. Agora é hora todos  - principalmente os políticos -arregaçarem as mangas, para tirar o Brasil desta crise. Continuarei de olho! Vamos tocar o barco!




* Com informações do Site Super Interessante




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*Franco Barni (MTB 29.942)

*Franco é jornalista há 20 anos, foi colaborador Jornal Correio Mariliense,  escreveu no Jornal de Lins, foi colunista do Correio de Lins, Jornal da Moóca e Revista Tatuapé. Trabalhou na AgipLiquigás do Brasil como Assessor de Comunicação Social. Para conhecer meu currículo em detalhes, clique aqui


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A jurista Janaina Paschoal bate de frente com Dilma

O jornalismo moderno tem uma coisa a seu favor. Ao nos oferecer a opinião dos deseducados, ele mantém-nos em dia com a ignorância da comunidade." Oscar Wilde




Crédito foto: Redes Sociais







Caros amigos e inimigos leitores,


A jurista Janaina Paschoal dá uma prensa em Dilma Rousseff durante julgamento do impeachment. Assista abaixo o vídeo completo:






Simone Tebet encurrala Dilma durante sessão no Senado


"O jornalismo moderno tem uma coisa a seu favor. Ao nos oferecer a opinião dos deseducados, ele mantém-nos em dia com a ignorância da comunidade." Oscar Wilde








Caros amigos e inimigos leitores,




Simone Tebet - PMDB/MS -  encurrala Dilma durante sessão do julgamento do impeachment da presidente afastada  e diz que  Dilma vendeu um Brasil irreal. Assista ao vídeo com o discurso da senadora: 




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*Franco é jornalista há 20 anos, foi colaborador Jornal Correio Mariliense,  escreveu no Jornal de Lins, foi colunista do Correio de Lins, Jornal da Moóca e Revista Tatuapé. Trabalhou na AgipLiquigás do Brasil como Assessor de Comunicação Social. Para conhecer meu currículo em detalhes, clique aqui


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Senador Ronaldo Caiado faz denúncia contra Gleisi Hoffmann

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Caros amigos e inimigos leitores,




*A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), uma das principais defensoras da presidente afastada Dilma Rousseff, nomeou para trabalhar na Casa uma das testemunhas que falará pela defesa no julgamento do impeachment. Esther Dweck, ex-secretária de Orçamento Federal do Ministério do Planejamento, ainda tomou posse, mas sua nomeação já foi publicada no Diário Oficial. Parlamentares a favor do impeachment pretendem usar o fato para impedir o depoimento de Esther no julgamento da presidente afastada por ser "suspeita".

Esther é é servidora de carreira da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O pedido de cessão, assinado por Gleisi, é de 24 de maio. Sua nomeação para atuar no Senado foi publicada em 18 de agosto no Diário Oficial. Ela ocupará um cargo na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), mas no documento ao qual O GLOBO teve acesso consta que ela será lotada no gabinete da senadora.
a documentos assinados pela própria Esther solicitando a sessão. Ela declara que não tem parentes na Casa, nem qualquer vedação para ocupar a função. Os documentos foram assinados pela testemunha em 23 de maio, na véspera do pedido feito por Gleisi.
o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) diz que a informação inviabiliza a participação de Esther como testemunha.
— Ficou claro o interesse dela. Tem que ser declarada a suspeição dela — afirmou o senador.







Mais cedo, assessores de parlamentares da base vasculharam redes sociais das seis testemunhas indicadas pela defesa e pesquisando manifestações públicas, pareceres e outras declarações dadas por eles. Eles já encontraram informações que, na visão da base, poderiam ensejar pedidos de suspeição feitas pelo economista Luiz Gonzaga Belluzzo, dos professores Ricardo Lodi Ribeiro e Geraldo Prado e da própria Esther Dweck.
As movimentações começaram após o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, ter acatado pedido da defesa e declarado como "suspeito" o procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) Júlio Marcelo de Oliveira. Assista ao vídeo com o discurso do Senador Ronaldo Caiado:










* Com informações Canal do Tube



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