O fim da Era da presidente Dilma

"O jornalismo moderno tem uma coisa a seu favor. Ao nos oferecer a opinião dos deseducados, ele mantém-nos em dia com a ignorância da comunidade." Oscar Wilde










Caros amigos e inimigos leitores,



A Edição de 2436 de 12 de Agosto de 2016 da revista ISTOÉ, traz na reportagem de capa, a matéria sobre o impeachment da Presidente afastada Dilma Rousseff, sob o título "A Hora de Sair".
Em linhas gerais, a matéria relata que a presidente já começa a levar seus pertences para Porto Alegre (RS) e que ela planeja um exílio de oito meses pela América Latina. 
O quadro da da despedida são: Ela é acusada de praticar as "Pedaladas Fiscais" e o que caractiza as pedaladas são o atraso de repasses aos bancos com a intenção de maquiar as contas Públicas segundo a ISTOÉ.
Outro acontecimento que faz parte deste triste quadro, é a obstrução de Justiça, Propina na Campanha e a ruína econômica do Brasil.A Tropa de Choque parece ter se resignado de que a derrota é iminente.
Fica claro que para se reeleger, a presidente tomou decisões temerárias, abandonando o equilíbrio fiscal, o resultado destas decisões - erradas por sinal - sabemos decor e salteado e pagamos o preço disso.





O cronograma do impeachment chega a sua rodada final a partir do próximo dia 25 de agosto quando começa o julgamento final no Senado. No dia seguinte, 26 de agosto, será a Oitiva de testemunhas de fesa da presidente afastada. Já no dia 29 de agosto, as testemunhas de acusação se manifestam e, por fim, no dia 30 acontece a votação derradeira do impeachment no Senado em sessão conduzida pelo presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski.
Como disse o ex-presidente Collor em uma entrevista, uma vez instalado, o impeachment é irreversível. Veja abaixo o vídeo com a entrevista de Fernando Collor falando sobre o assunto: 



Por mais que os aliados que ainda restam ao PT - isso se eles não desistirem de serem aliados - reclamem, esperneiem, o impeachment ocorreu de maneira democrática, com amplo direito a defesa e, acima de tudo, não é GOLPE! 







O caso da presidente Dilma, a Operação Lava Jato, me fazem chegar a algumas conclusões:





1. Precisamos todos nós cidadãos brasileiros, ser mais conscientes e participativos da política nacional. Uma vez que, gostando ou não de política, ela interfere direta e indiretamente - eu diria mais diretamente - em nossas vidas;

2. Temos que ser mais exigentes quanto a escolha dos candidatos, cobrar atitude por parte dos políticos. Atitude de governar para o país e suas necessidades que se fazem claro quais são: Parte destas necessidades são: Austeridade Fiscal, cortes profundos nos gastos do governo, redução da máquina estatal, cortando para valer o número de funcionários públicos, ministérios, no número de deputados e senadores, corte de benefícios aos políticos. 
Para que finalmente se possa cortar a quantidade absurda de impostos e no valor cobrado;

3. Temos que aprender a cobrar, e não reeleger políticos ruins, seja de que partido for o político.

4. Parar de votar pela pesquisa eleitoral, ou usar o voto "Maria vai com as outras" - vou votar em X porque fulano vai votar nele. Temos que analisar é a vida pública de cada um.

5. É hora de fazermos um mea culpa, os atuais políticos não se elegeram sozinhos, eles estão no cargo com o voto da maioria dos eleitores, não foram eleitos pelo "Divino Espírito Santo".

É um momento de reflexão dos brasileiros, se queremos um país melhor, não podemos esperar que apareça um governo milagroso e populista que não vai resolver. Temos que agir, não tem milagre é com trabalho que vamos melhorar o Brasil e não será da noite para o dia.
Mesmo analisando, e ao votar de forma mais criteriosa, corremos o risco de eleger um candidato ruim, mas votando de maneira mais seletiva, as chances do político ruim se eleger e/ou reeleger diminuem.
Para termos políticos bons que nos representam é preciso também acabar com a visão comodista de dizer "não adianta nada, outro vai lá e elege o ruim". Aí eu digo, é preciso ter a união do povo para existam conversas produtivas e mostrar o caminho, e apresentar os candidatos que tenham boas chances e competência para assumir o cargo e, de fato, começar a mudar a realdiade do Brasil.
Temos que entender que quem muda a realidade do país é o próprio povo, a política do Deus dará, não funciona. Vamos refletir para que possamos mudar.

A grande pergunta que fica é qual será o resultado desta investigação? Vamos acompanhar para ver o resultado dela.Para ler a matéria na íntegra, clique aqui!

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Twitter: @FrancoBarni




*Franco Barni (MTB 29.942)

*Franco é jornalista há 20 anos, foi colaborador Jornal Correio Mariliense,  escreveu no Jornal de Lins, foi colunista do Correio de Lins, Jornal da Moóca e Revista Tatuapé. Trabalhou na AgipLiquigás do Brasil como Assessor de Comunicação Social. Para conhecer meu currículo em detalhes, clique aqui


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Um comentário :

Osvaldo Aires Bade - EducaOK disse...

Dilma, a alma mais honesta do Brasil.