MPF/PR realiza nova incursão para identificar construções clandestinas no Rio Paraná

"O que me assusta não são as ações e os gritos das pessoas más mas a indiferença e o silêncio das pessoas boas". Martin Luther King




Na imagem acima, a visão geral do mapa do Brasil








*Área de proteção ambiental é essencial para reprodução e preservação da vida silvestre existente no local


O Ministério Público do Paraná (MPF/PR) por meio da Procuradoria da República em Paranavaí, e em conjunto com o Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Polícia Federal, realiza nesta quinta-feira, 20 de outubro, nova incursão para identificar construções clandestinas nas ilhas do Rio Paraná. Trata-se da terceira etapa de uma ação coordenada, que tem como alvos casas irregulares de veranistas construídas dentro de unidade de conservação federal no Noroeste do Paraná.
A atuação do MPF no local iniciou há dois anos, e teve como primeiro passo o levantamento de dados e, em seguida, a intimação dos ocupantes das construções irregulares para que prestassem esclarecimentos e realizassem a demolição dos imóveis. A PRM-Paranavaí abriu dois inquéritos civis para apurar a construção de casas irregulares de veranistas nas Ilhas do Rio Paraná nos municípios de São Pedro do Paraná, Marilena e Porto Rico.


Na imagem acima, o mapa do estado brasileiro do Paraná!




Após a identificação dos proprietários dos imóveis e realização de oitivas, foram propostos termos de ajustamento de conduta (TACs) que incluíam a obrigação de demolir as construções, dentro outras proposições. Em face dos que não celebraram o termo, foram propostas 13 ações civis públicas. Em razão das duas primeiras etapas, já foram demolidas 70 casas e lacrados outros 15 imóveis.
Entretanto, como foram identificados inúmeras casas irregulares e dada a dificuldade logística de inspecionar todas as ilhas objeto dessas irregularidades, atualmente, o MPF, por iniciativa própria, dá continuidade aos trabalhos.
A área de proteção ambiental, instituída em razão da riqueza do ecossistema da região, abrange território dos estados de São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul. O Rio Paraná e suas ilhas são essenciais para a reprodução e preservação da vida silvestre existente no local, inclusive de animais ameaçados de extinção, como o bugio, a lontra, a jaguatirica e a onça-pintada. O desenvolvimento de atividades de lazer no local, além de comprometer severamente a vida silvestre e prejudicar a regeneração da vegetação nativa, polui o local com lixo e esgoto doméstico.
``A maior parte das demolições foi feita voluntariamente pelos ocupantes e todas as construções de veraneio existentes nas ilhas da área de proteção ambiental são objeto da atuação do MPF, sem exceção´´, destacou o procurador da República Henrique Gentil Oliveira.



* Com informações da:
Assessoria de Comunicação - Ascom
Procuradoria da República no Paraná 

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*Franco Barni (MTB 29.942)

*Franco é jornalista há 20 anos, foi colaborador Jornal Correio Mariliense,  escreveu no Jornal de Lins, foi colunista do Correio de Lins, Jornal da Moóca e Revista Tatuapé. Trabalhou na AgipLiquigás do Brasil como Assessor de Comunicação Social. Para conhecer meu currículo em detalhes, clique aqui


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