Câmara libera socorro a Estados sem contrapartida

"A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser mediocre." Oscar Wilde











Caros amigos e inimigos leitores,




Ás vesperas de entrar em recesso de final de ano, a Câmara dos deputados aprovou na terça-feira(20), proposta de renegociação dos Estados sem contemplar as exigências do Ministério da Fazenda, que iria obrigar os governadores a cortarem gastos e equilibrar as contas.
Sinceramente, sem contrapartida, é temerário aprovar a renegociação das dívidas. Por que digo isso? Porque sem a principal contrapartida que é o corte de gastos para buscar o reequilíbrio das contas pode significar para os Estados  que buscaram a renegociação que pode continuar gastando, o que não é bom, não é saudável.
Se o cidadão comum busca uma renegociação, uma contrapartida pode e provavelmente será exigida e a principal exigência será a de cortar gastos e despesas extras. Sendo assim, o que os Estados brasileiros diferem nas contas de um cidadão comum na hora de renegociar? Em nada, não há segredos.Os Estados precisam cortar gastos excessivos e despesas extrar para buscar o equilíbrio e assim, poder investir em áreas necessárias como a Saúde, Educação entre outros.
Seja o governo Federal e, principalmente o cidadão que paga seus impostos, devem cobrar o uso de forma inteligente e sábia do dinheiro público. 






A saudosa ex-Primeira Ministra do Reino Unido, Margareth Tatcher, definiu bem a situação e disse que "Não existe essa coisa de Dinheiro público". Assista ao vídeo abaixo com o discurso de Margareth Tatcher onde ela define o dinheiro público, pois mesmo sendo um país diferente, a definição da ex-primeira minista serve para qualquer país, inclusive o Brasil, vale a pena:






Alguns podem perguntar, mas o que o cidadão tem com isso? Tudo, porque o dinheiro público é arrecadado por meio de impostos que nós pagamos e, o cidadão trabalha duro para ganhar seu dinheiro e temos todo o direito do mundo em exigir que este dinheiro não seja desperdiçado com obras que ficam inacabadas, e que a farra do boi seja praticada com nosso suado dinheiro.
Mesmo o Planalto tentando esvaziar a sessão, o projeto passou com 296 votos a favor, 12 contrários e 3 abstenções, o projeto segue para a sanção do presidente Michel Temer.
Segundo a notícia, os estados ficariam 36 meses sem pagar suas prestações, mas a Fazenda queria que os estados oferecessem contrapartidas, incluindo privatizações, aumento da contribuição previdenciária do funcionalismo e congelamento dos reajustes negociados com servidores.
Mas para aprovar o projeto, foi necessário ceder em vários pontos. Sinceramente, dá a impressão de quem pediu para derrubar as contrapartidas não se deu conta do tamanho da crise que o Brasil atravessa e o momento delicado que os estados atravessam.Para ler a notícia na íntegra, clique aqui!
Os governantes dos estados precisam entender que mesmo tendo um orçamento grande e infinitamente maior em relação ao de uma família, não significa que os cofres públicos não tenham fim, por isso é preciso planejamento, sabedoria e seriedade ao administrar os recursos públicos.
De acordo com outra matéria sobre o assunto, o presidente Michel Temer afirmou que irá exigir contrapartidas dos Estados que eventualmente participarem do regime de recuperação fiscal. Resta saber se estas contrapartidas serão concretizadas no momento do acordo. Para ler a matéria sobre o assunto na íntegra, clique aqui!
Outra maneira de acabar com o desperdício do dinheiro público é acabar com a falta de continuidades de projetos dos governos estaduais e o federal.
Toda a vez que um governo novo - seja estadual, seja federal - entra, em vez de ver o que está funcionando e o que precisa mudar, o novo governo acaba com tudo e começa do zero. Ora, isso é perda de tempo, os novos governos poderiam mexer aonde está ruim e, projetos bons deveriam ser mantidos e apenas sofrerem ajustes e melhorias caso seja necessário.
Vamos ver no que vai dar e o acordo que o governo federal fará com os estados que aderirem a negociação.
Assista ao vídeo abaixo com o comentário de Marco Antonio Villa:







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*Franco Barni (MTB 29.942)

*Franco é jornalista há 20 anos, foi colaborador Jornal Correio Mariliense,  escreveu no Jornal de Lins, foi colunista do Correio de Lins, Jornal da Moóca e Revista Tatuapé. Trabalhou na AgipLiquigás do Brasil como Assessor de Comunicação Social. Para conhecer meu currículo em detalhes, clique aqui





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