Mudança na aposentadoria não pode trazer injustiça

"Não sei qual é o segredo do sucesso mas, o do fracasso é querer alegrar a gregos e a troianos". John F. Kennedy (ex-presidente dos EUA)










Caros amigos e inimigos leitores,



Ao ver as notícias de hoje, uma em especial, que fala sobre a Reforma Previdenciária, chamou a minha atenção. A manchete sobre o assunto destaca que a Reforma PRevidenciária vai dificultar acesso à aposentadoria especial.

Imaginei que se referia as  aposentadorias como  por exemplo, as dos políticos, entre outros que podemos destacar aqui. Mas, ao ler a referida matéria da Folha de São Paulo, refere-se a aposentadorias especiais para pessoas com deficiência e trabalhadores expostos a agentes nocivos. Estes terão maior dificuldade para se aposentar caso a proposta de Reforma da Previdência seja  aprovada. Para ler a matéria na íntegra, clique aqui!Posso até concordar que as pessoas que tenham alguma deficiência física, ou que sejam expostos a agentes nocivos tenham que comprovar o motivo deste tipo de aposentadoria. É até correto porque a razão de se comprovar é não prejudicar ninguém que vá se aposentar até pelas mesmas razões.









O que não posso aceitar é que o beneficiário que realmente precisa se aposentar antes do tempo do que o cidadão que tem condições físicas normais e que não é exposto a agentes nocivo, tenha dificuldades para se aposentar, não é justo.
Já escrevi algumas vezes sobre o tema da Reforma Previdenciária aqui no blog no final de 2016 e continuo afirmando e reiterando: O trabalhador da iniciativa privada não pode ser prejudicado. Se é para fazer uma Reforma Previdenciária, deve ser feita de tal maneira que ela seja para favorecer os trabalhadores e os benefícios da aposentadoria sejam justos para todos, isto é, em resumo, a Reforma Previdenciária deve incluir políticos, o funcionalismo público e que a aposentadoria não pague mais valores astronômicos a políticos e a funcionários públicos.






Então por exemplo, se a Reforma da Previdência vier para trazer justiça então que todos se aposentem após 35 anos de trabalho, que o teto da aposentadoria seja por exemplo, de 6 mil reais (valor para efeito de exemplo), mas deve ser para todos os trabalhores, atingindo o do setor público e do setor privado, políticos, militares, enfim que todos os setores sejam incluidos na reforma.O que considero inaceitável é que o setor público continue sendo privilegiado enquanto os trabalhores da iniciativa privada continue pagando a conta e o pato para beneficiar uma minoria que se consideram privilegiados e diferentes.
Se de acordo com a constituição, todos são iguais perante a lei, conceder privilégios como aposentardorias diferenciadas vão contra a este princípio constitucional de que todos são iguais perante a lei.
E vou além, já que de acordo com a COnstituição, todo o poder emana do povo, o cidadão brasileiro tem todo o direito de opinar e participar da Reforma Previdenciária e, inclusive, tem o direito de apresentar projetos para a Reforma da Previdência. 
Para que o cidadão não seja prejudicado, ele deve participar desta reforma da previdência e deixar claro com o que ele concorda e em que pontos ele discorda. Vamos ver como vai ficar,




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*Franco Barni (MTB 29.942)

*Franco é jornalista há 20 anos, foi colaborador Jornal Correio Mariliense,  escreveu no Jornal de Lins, foi colunista do Correio de Lins, Jornal da Moóca e Revista Tatuapé. Trabalhou na AgipLiquigás do Brasil como Assessor de Comunicação Social. Para conhecer meu currículo em detalhes, clique aqui


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