Não a volta da CPMF e sim ao corte de gastos do governo


"Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade". George Orwell - Jornalista e escritor.











Caros amigos e inimigos leitores,


O relator da da reforma tributária na Câmara dos deputados, Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), defendeu nesta terça-feira(21)a recriação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira).
O retorno da famigerada CPMF - que foi extinto em 2007 - que substituiria a IOF(Imposto sobre Operações Financeiras) chegou a ser defendida pela ex-presidente Dilma Rousseff, e teria alíquota de 0,38%.
Para Hauly, o IOF é um tributo "nocivo", que atinge o crédito no país, e de acordo com o relator o valor da CPMF seria "Mínimo". Ora, senhor relator, a CPMF também é tão nociva - se não for mais - quanto o IOF.
Não, senhor relator, O Brasil não precisa de uma reforma tributária para "inglês ver" ou ainda uma reforma que traga a ilusão de que algo foi mudado. 
A Reforma Tributária é mais complexa e não se resume apenas a substituição de um imposto por outro. Se for assim, que Reforma Tributária é essa?







Desculpe senhor relator, vou dar o meu "pitaco" na Reforma Tributária sim, pois ela atinge não só a minha vida mas, atinge a vida de milhões de brasileiros. Como nós é que pagamos, temos todo o direito de exigir como deve ser feita a Reforma Tributária e o que deve ser cortado.
Senhor Relator, para realizar a Reforma Tributária, é preciso mexer em primeiro lugar nos gastos do governo. É preciso senhor Relator, que por mais difícil e polêmico que seja o assunto, que o governo diminua a máquina pública cortando despesas como o excesso de funcionários comissionados, todas as mordomias e benesses que alguns cargos têm, como o Auxílio Moradia, Auxílio Paletó, a alta verba de gabinete.





É preciso diminuir o número de deputados e senadores. Hoje São 513 Deputados e 81 Senadores,correto? Ora, se temos 26 estados mais o Distrito Federal, é óbvio temos que ter 27 Deputados e 27 Senadores.
Se cada um tiver um suplente - que é até aceitável - então teremos 54 Deputados e 54 Senadores que podem ter seus salários reduzidos. 







É preciso também combater de maneira séria e eficaz o desperdício do dinheiro público, por exemplo impedir que obras - sejam elas quais forem -  que fiquem inacabadas. Dinheiro, senhor relator, se o dinheiro de um assalariado, de uma empresa não aceitam desaforo, o dinheiro público também não aceita, porque seria diferente?
Aliás deve-se reduzir também, o número de ministérios e, junto com isso, reduzir a quantidade de funcionários que lá trabalham. Para se ter uma ideia, o site do "Contas Abertas" prevê que o custo do Congresso Nacional em 2017, será deR$ 28 milhões por dia! Isso mesmo, R$ 28 milhões por dia! O Orçamento previsto para o ano de 2017 é de R$10,2 bilhões!É um absurdo total! Se os cortes forem feitos como devem ser, imaginem o dinheiro economizado e que pode ser usado em setores como: Educação, Saúde, Infraestrutura! Para  acessar a matéria do "Contas Abertas" sobre o custo do Congresso Nacional em 2017, clique aqui!
Há senhor relator, muita gordura para o governo cortar antes de pensar em aumentar a carga tributária e criar novos impostos.
Existe uma matéria feita por uma emissora brasileira que  em resumo diz o seguinte: O estudo da organização Transparência Brasil concluiu que temos os parlamentares mais caros do mundo. Assista ao vídeo abaixo com a matéria sobre o assunto:






Senhor relator, é preciso de maneira urgente, que se pense em fazer uma reforma séria no país, por mais complexa e difícil que seja! Com certeza, se o governo levar as Reformas a Sério e cortar seus gastos como deve ser feito, poderemos ter  com grande probabilade uma enorme economia do dinheiro público e ai, poderemos discutir seriamente uma Reforma Tributária onde em vez de subustituir impostos por outros, pode-se pensar em diminuir a carga tributária, e provavelmente pode-se eliminar impostos e até pensar na redução da alíquota dos impostos que permanecerem.
O povo brasileiro está cansado de pagar tantos impostos e ter uma carga tributária que é massacrante.
O cidadão brasileiro está cansado de pagar  mais caro por alguns pordutos onde em outros países não custam o absurdo que custam aqui! É preciso repensar o Custo Brasil que é uma vergonha!
Tem um vídeo muito interessante da ex-primeira ministra Margaret Tatcher.
Em 1983, pouco depois de reconquistar o cargo de primeira ministra britânica, por uma larga vantagem de votos, Margaret Tatcher discursou na convenção do PArtido Conservador e ofereceu uma enfática defesa da austeridade que seu correligionário David Cameron quando foi reeleito, também teve que adotar. Trata-se da mais límpida e correta demonstração de como tratar as finanças públicas e respeitar a poupança privada. Que saudades de Margaret Tacher, a Dama de Ferro. Será que o Brasil não tem sua Dama de ferro? Assista ao video abaixo com o discurso de Margaret Tatcher que está legendado:


É prezado leitor, é chegada a hora do Brasil repensar o Brasil! É hora do cidadão brasileiro se unir para exigir as mudanças que o país tanto precisa para se tornar mais justo com o seu povo! É fácil? Não, de fato não é fácil não! Mas precisamos arregaçar as mangas e trabalhar duro para alcançarmos um futuro melhor e mais justo e esta conquista não será da noite para o dia, mas as mudanças são necessárias e urgentes! Para ler a matéria sobre o relator que pede a volta da CPMF, clique aqui!
O Brasileiro deve pressionar para impedir que a famigerada CPMF retorne e que o governo corte seus gastos antes de falar em criar novos impostos.
Em resumo, como bem colocou um leitore, os tributos devem ser simplificados, abaixar a taxa tributária. Além de privatizar vários setores. O Estado deve ser mínimo. Como o leitor, Julio Matsia comentou, só assim é que a economia vai aquecer e a qualidade de vida dos brasileiros vai melhorar. Obrigado pelo excelente comentário Júlio!




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*Franco Barni

*Franco é jornalista há 21 anos, foi colaborador Jornal Correio Mariliense,  escreveu no Jornal de Lins, foi colunista do Correio de Lins, Jornal da Moóca e Revista Tatuapé. Trabalhou na AgipLiquigás do Brasil como Assessor de Comunicação Social. Para conhecer meu currículo em detalhes, clique aqui


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