Brasil precisa de uma Reforma Politica séria e com a participação popular

"Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade". George Orwell - Jornalista e escritor.










Caros amigos e inimigos leitores,


Faz alguns anos que tornou-se necessário no Brasil fazer uma Reforma Política séria e profunda. Mas, para que a tal Reforma Política seja feita de maneira séria e transparente se faz necessária a participação popular para que o brasileiro oriente as mudanças necessárias e principais.
Além de orientar os principais pontos da Reforma Política, o brasileiro deve fiscalizar as mudanças para que o projeto apresentado seja o que represente a vontade popular.
Um dos principais pontos da Reforma Política que deve ser votado inclusive com máxima urgência, é o fim do foro privilegiado dos políticos. 
Ao acabar com o foro privilegiado, os políticos que vierem a ser investigados e julgados por algum crime que porventura cometeram serão julgados como qualquer outro cidadão. É assim que deve ser, pois a Constituição já diz em seu artigo 5º que todos somos iguais perante a lei e o fim do foro privilegiado se faz necessário.









Outro ponto importante que deve mudar, é a escolha dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). Atualmente, os ministros do STF são indicados pelo presidente da República eleito mas, em meu ponto de vista, temos dois caminhos: O primeiro caminho, é que para ser ministro do STF deve ser de carreira e a sua chegada ao cargo, deve ser após X anos de carreira.  O Segundo Caminho é a eleição dos Ministros pelo voto dos brasileiros, mas junto com as eleições municipais. Por que junto com as eleições municipais? Simples, porque assim  os novos ministros assumem nos dois últimos anos de um mandato de um presidente da República e os dois primeiros anos do novo presidente eleito. Nos dois casos, o  presidente da República não poderá indicar nenhum nome.




Ora, é um absurdo o presidente da República escolher ministros do STF que podem eventualmente julgá-lo, isso é inadmissível. Aqui a mudança se faz necessária também com a máxima urgência.
Outro ponto que é preciso fazer parte da Reforma Política, é o fim do voto obrigatório, porque a obrigatoriedade é contraproducente, além de ser violar o princípio da Democracia. 
Ora, se votar é um direito, obviamente ele não pode ser obrigatório!  Digo mais, se nas eleições para vereadores e prefeitos e/ou nas eleições majoritárias, onde se vota para presidente, governadores, deputados e Senadores não existirem candidatos que me satisfaçam e/ou que em meu ponto de vista não mereçam ser votados para os cargos que se candidataram, porque devo comparecer às urnas para votar? Não vou e pronto!
Alguém poderá dizer "Mas se o cidadão não for votar, não pode reclamar"! Desculpem mas mesmo respeitando a opinião de todos, vou discordar porque a partir do momento que o cidadão paga impostos, não fará diferença se ele comparecer para votar ou não. Ele está pagando e tem sim o direito de reclamar e dar palpites. 







Quem não votar, deve aceitar e respeitar o resultado das urnas, o que foi votado pela maioria que compareceu para eleger os mas quanto a reclamar, ele tem todo o direito. A única coisa a qual não poderá protestar é quanto ao resultado das eleições, por não ter votado.
Há um comentário sobre o que pode ser proposto pelos políticos para que se vote nos partidos e não nos candidatos, sou contra porque ao eleger o partido X ou o Y eles podem por meio da cúpula dos partidos, escolher quem vai assumir e de repente a população não concorda com os nomes, mas  a maioria escolheu os partidos. Não podemos aceitar esta mudança pois em linhas gerais os caciques dos O
O que deve existir é o voto distrital mas, o voto distrital Misto que é mais vantajoso porque neste voto o candidato estará mais próximo de seus eleitores do que no voto distrital.
Outro ponto importante da Reforma Política, é a imprescindível redução no número de Deputados Senadores e vereadores.





Quanto a redução no número de vereadores, cabe a cada município ver um número que seja condizente com a realidade de cada cidade e cabe também aos eleitores de cada cidade cobrar por esta mudança.
Quanto ao número de deputados e senadores há uma conta simples. Se temos 26 estados, mais o Distrito Federal, totalizando 27, então temos que ter 27 deputados e 27 senadores. Mas eles precisam de suplentes. Em resumo, então devemos ter 54 senadores e 54 deputados e não o número exagerado e absurdo de 513 deputados e 81 senadores, é exagerado e indecente o número atual. Além disso, é preciso diminuir o número de ministérios. Claro que os funcionários excedentes  devem ser cortados. Junto com tudo isso, é preciso por fim as descabidas e absurdas mordomias dos políticos que existem hoje.
Imaginem o dinheiro que será economizado e que poderá ser investido em Saúde, Educação, Infraestrutura  e, com a redução de tudo isso, pode-se também a alíquota dos impostos além de se pensar em reduzir a carga tributária. Que tal pensar no assunto e começar a se movimentar para que as mudanças sejam postas em prática?




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Twitter: @FrancoBarni




*Franco Barni

*Franco é jornalista há 21 anos, foi colaborador Jornal Correio Mariliense,  escreveu no Jornal de Lins, foi colunista do Correio de Lins, Jornal da Moóca e Revista Tatuapé. Trabalhou na AgipLiquigás do Brasil como Assessor de Comunicação Social. Para conhecer meu currículo em detalhes, clique aqui


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