Reflexões sobre o Mercado Comum Europeu



"Numa época de mentiras universais, dizer a verdade é ato revolucionário." George Orwell







Caros amigos e inimigos leitores,



Vendo o momento atual da União Europeia, lembrei-me de uma conversa com um amigo que aconteceu a cerca de 20 anos - talvez um pouco mais, 25 anos - a qual expressei minha opinião sobre a chegada da moeda única na Europa o que eu consegui entender na época é que a economia seria única também, além de não ter fronteiras para o comércio e a mão de obra.
A Europa teria, em tese, facilidade de comprar e encontrar produtos italianos no Reino Unido como se fossem produtos locais sem impostos de importação, produtos ingleses na Itália, ou em qualquer país europeu que faça para do bloco do Mercado Comum Europeu.
O que eu lembro de dizer a ele na época, é que se existisse o livre comércio sem as barreiras alfandegárias, e que os cidadãos poderiam trabalhar em outros países do bloco do Mercado Comum Europeu seria ótimo. 
Eu disse mais a este amigo de longa data. Expliquei que o que me preocupava era que a Europa iria adotar a moeda única nos países membros da União Europeia e, o que deu a entender para mim é que iria unificar a economia dos países participantes. 
Explico o porquê da minha preocupação: O que me preocupa até hoje são as diferenças culturais e econômicas dos países participantes e o território europeu não é tão grande.










A pergunta que faço é será que estes países estariam dispostos a abrir mão de sua História  e Economia - milenar por parte de muitos países - e de sua identidade em favor da unificação econômica e talvez até da identidade Cultural? Em meu ponto de vista, a pergunta é um ´pouco difícil de responder.
Recentemente, vimos que o Reino Unido fez um referendo o que resultou na escolha de sair da União Europeia.
Nas Eleições da França de 2017 a qual o segundo turno será disputado entre Marine Le Pen partido de extrema direita Frente Nacional e Emmanuel Macron, no próxi
mo dia 7 de maio de 2017.
A candidata da extrema direita defende caso seja necessário a saída da França da União Europeia. Para saber mais a respeito dos candidatos que disputam a eleição francesa, clique aqui!
Mas, independentemente dos resultados das eleições francesas e da saída do Reino Unido Da União Europeia, talvez seja chegada a hora da União Europeia repensar o bloco como um todo.
Em meu humilde ponto de vista, a união Europeia funcionaria melhor da seguinte forma: cada país preserva e mantém sua História e, mais do que isso, a sua economia a sua moeda e o Euro, funcionaria como o "Dólar" europeu aceito em todos os países da União Europeia. 
A União Europeia iria facilitar o comércio a qual a importação e exportação de produtos dentro da Europa e no que se refere ao trabalho os trabalhadores podem trabalhar em qualquer país da União Europeia como se estivessem em seu país de origem. Será que esta não seria uma alternativa mais sensata? 
Uma outra questão que gostaria de levantar aqui é a seguinte: todos os países que pertencem ao bloco da União Europeia precisam ter uma economia estável, seguir o caminho da austeridade. Mas será que os países conseguirão evitar uma crise econômica, uma recessão? Pelo que vi acontecer com a Grécia, tenho minhas dúvidas.
Outra questão que levanto é a seguinte: Se um país que pertence a União Europeia entra em crise e enfrentar problemas econômicos, como recessão e desemprego, de alguma maneira a crise deste país pode atingir os outros países? Ou ainda, os outros países podem ser atingidos por reflexos dos problemas econômicos de um determinado pais do bloco?
Enfim, acredito que a União europeia em meu modesto ponto de vista, seria viável se todos os países que participam do bloco estivessem no mesmo nível, o que na realidade não acontece. Portugal e Grécia nada tem a ver com Alemanha Inglaterra ou Itália. Justamente porque a economia, a cultura e o povo são muito diferentes.
Vamos ver o que acontece nos próximos dias e meses para ver quais serão as melhores alternativas para a sobrevivência da União Europeia.





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*Franco Barni

*Franco é jornalista há 21 anos, foi colaborador Jornal Correio Mariliense,  escreveu no Jornal de Lins, foi colunista do Correio de Lins, Jornal da Moóca e Revista Tatuapé. Trabalhou na AgipLiquigás do Brasil como Assessor de Comunicação Social. Para conhecer meu currículo em detalhes, clique aqui


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