Ilha da Fantasia: Hora de mudanças na política do país

"Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade". George Orwell









Caros amigos e inimigos leitores,



Uma matéria publicada em uma revista importante da Ilha da Fantasia no último final de semana, mostra o quanto se faz necessário uma Reforma Política feita de maneira séria. Expõe também que os políticos que estão exercendo atualmente seus mandatos perderam a credibilidade junto a opinião pública da Ilha da Fantasia, desde que tornou-se público o caso do Mensalão e, que culminou no mais recente escândalo de corrupção descoberto por meio da Operação Lavanderia.
Algumas considerações se fazem necessárias sobre a crise atual na Ilha da Fantasia. Para ler o artigo da Revista Época sobre a Operação Lava Jato, clique aqui!
Será que já não é hora do cidadão da Ilha da Fantasia reagir para fazer valer a sua vontade e que obrigue aos políticos a realizarem uma reforma nas Leis para que tenhamos punições severas para casos de corrupção e que acabe com a impunidade?
Será que não é hora de acabar com o foro privilegiado dos políticos que de certa forma, passa a sensação de que a  punição não existira caso um político durante o exercício de seu mandato faça algo errado e não será punido?








É preciso se conscientizar de que por si só, os políticos jamais farão uma reforma política séria,como deve ser, sem tratar os políticos como Deuses do Olimpo, uma vez que eles são apenas cidadãos como qualquer outro da Ilha da Fantasia e que se fizerem algo errado, devem ter a certeza da punição. É preciso - e passou da hora - de por fim a este corporativismo absurdo e fora de propósito.
O cidadão deve provocar uma revolução democrática, para renovar em sua totalidade o quadro político atual e, como disse anteriormente, uma reforma política com a participação popular para que esta venha de encontro com a vontade popular e não sirva aos interesses políticos.
É preciso respeitar a Constituição e fazer valer o artigo onde diz que "Todo o pode emana do povo" seja seguido a risca e que a lei permita ao cidadão que quiser se candidatar de maneira independente, ou seja, sem ser filiado a um partido político prevaleça, pois é assim que deve ser. É preciso também que as urnas eletrônicas de votação sejam retiradas e que voltem as cédulas de papel para o voto.
Enfim, se queremos  mudar o país, não podemos esperar que os políticos façam isso por si só, as mudanças acontecerão com a presão popular e com a participação do povo. O povo da Ilha da Fantasia tem papel fundamental nas mudanças para melhor da  Ilha da Fantasia.
Assista abaixo ao vídeo do jurista Modesto Carvalhosa para o "Jornal da Manhã" da Rádio Jovem Pan, onde ele defende uma "Limpeza Total" no Congresso Nacional e candidatos independentes em 2018:









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*Franco Barni

*Franco é jornalista há 22 anos, foi colaborador Jornal Correio Mariliense,escreve no Jornal de Lins (clique no nome do jornal para acessar), foi colunista do Correio de Lins, Jornal da Moóca e Revista Tatuapé. Trabalhou na AgipLiquigás do Brasil como Assessor de Comunicação Social. Para conhecer meu currículo em detalhes, clique aqui


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Ônibus Elétricos para a Cidade de São Paulo: Uma boa ideia


"Numa época de mentiras universais, dizer a verdade é um ato revolucionário". George Orwell











Caros amigos e inimigos leitores,



O Prefeito da cidade de São Paulo - Capital do estado João Dória Junior, visita a cidade chinesa de Shenzhen, onde ele teve mais uma rodada de reuniões. 
O prefeito da capital paulista visita também empresas de tecnologia e fundos de investimentos. João Dória foi conhecer também como funciona o sistema de transporte público, que tem cerca de 85% de sua frota composta por ônibus elétricos. De acordo com informações, encontrar soluções para o desenvolvimento sustentável da cidade de São Paulo é um dos objetivos desta etapa da viagem. O prefeito João Dória foi acompanhado do secretário de transportes da cidade de São Paulo, Sérgio Avelleda.
Assista ao video abaixo onde o prefeito JOão Dória explica a etapa da viagem:




Sempre fui e sou simpatizante da ideia de termos na grande maioria -para não dizer em sua totalidade - ônibus elétricos, pois estes tem emissão zero de poluentes, são silenciosos e contribuem e muito para a diminuição de emissão de poluentes na atmosfera, ainda mais em uma cidade grande como São Paulo. Apoio a ideia mas, quero me aprofundar no assunto e trazer aqui algumas sobre o assunto para reflexão de todos. 
Em meu ponto de vista, é importante trazer estes ônibus elétricos, que podem contribuir  e muito para a melhora da qualidade do ar na cidade de São Paulo mas, em meu ponto de vista, a vinda destes Ônibus é uma parte da etapa, estes Ônibus se não forem a totalidade do meio de transportes coletivos, devem ser a maioria.
Na minha opinião deve-se fazer uma revolução na maneira de deslocamento em todas as cidades brasileiras e porque não começar pela cidade de São Paulo, que é a cidade mais importante do país. 
O que é preciso fazer em meu ponto de vista - modesto por sinal - e melhorar o transporte público, deixando ele mais eficiente e eficaz. De que maneira? 
Porque não se reunir com as empresas de transporte coletivo, donos de vans, microônibus e promover uma integração destes meios de transporte na cidade de São Paulo, incluindo aí o metrô. 
De que maneira?
A ideia que trago aqui é a seguinte: porque não criar vários terminais de ônibus nos bairros da cidade de São Paulo onde as vans, microônibus, ônibus param ali e próximo a estes terminais, deve ter também uma estação de metrô caso comporte.
Nestes terminais, os usuários fazem a baldeação e irão usar os ônibus para os trechos onde estes podem circular. Existem ruas onde os ônibus não podem circular devido ao seu tamanho, certo? Aí entram as Vans e os microônibus que vão circular em vias onde não comportam os õnibus devido ao tamanho deles. Claro, deve-se dar preferência a vans e microônibus elétricos.
O bilhete único já existe e pode-se e deve-se aproveitar o bilhete único para a integração. A ideia vai gerar polêmica? Talvez, é bem provável que sim mas, é uma sugestão que pode ser aproveitada na sua totalidade ou em partes mas um fato pode acontecer. Todos que trabalham com transporte público podem sair ganhando com esta integração.Cabe lembrar que é preciso trazer novas Linhas de ônibus e criar novas para as vans e microônibus. 
Cabe lembrar aqui que as vans e microõnibus deverão ter linhas que os ônibus grandes não podem realizar devido ao seu tamanho e quem violar as regras, poderá ser advertido, punido. As regras devem ser discutidas e criadas pela prefeitura. 
Independente de quem venha a ideia é preciso repensar o transporte público para que beneficie principalmente os moradores de São Paulo e cidade. Enfim, é preciso o quanto antes encontrar soluções eficientes e eficazes para o transporte público.
Outra questão importante é que com um transporte público eficiente que tem uma oa integração, pode tirar muitos carros das ruas, o que significa um trânsito melhor, com  mais fluidez, mais rápido, com com menos poluição e,quem sabe, com um transporte publico melhor que tire carros das ruas, poderá um dia acabar com o rodízio dos veículos.
Assista ao vídeo abaixo com a matéria da Rádio Jovem Pan sobre a visita do prefeito João Dória a cidade chinesa de Shenzhen:












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42ª fase da Lava Jato prende ex-presidente da Petrobras

"Numa época de mentiras universais, dizer a verdade é um ato revolucionário". George Orwell





Imagem meramente ilustrativa





*Ex-presidente da Petrobras é suspeito de receber R$ 3 milhões em razão de sua atuação na estatal
A pedido da força-tarefa do Ministério Público Federal no Paraná (MPF/PR), a Justiça expediu e a Polícia cumpre, na manhã desta quinta-feira (27), três mandados de prisão temporária e 11 de busca e apreensão em nova fase da Lava Jato. Os focos principais desta operação são Aldemir Bendine e operadores financeiros suspeitos de operacionalizarem o recebimento de R$ 3 milhões de reais em propinas pagas pela Odebrecht em favor do ex-presidente da Petrobras.
O principal alvo desta nova fase esteve à frente do Banco do Brasil entre 17 de abril de 2009 e 6 de fevereiro de 2015, e foi presidente da Petrobras entre 6 de fevereiro de 2015 e 30 de maio de 2016. Há evidências indicando que, numa primeira oportunidade, um pedido de propina no valor de R$ 17 milhões foi realizado por Aldemir Bedine à época em que era presidente do Banco do Brasil, para viabilizar a rolagem de dívida de um financiamento da Odebrecht AgroIndustrial. Marcelo Odebrecht e Fernando Reis, executivos da Odebrecht que celebraram acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, teriam negado o pedido de solicitação de propina porque entenderam que Bendine não tinha capacidade de influenciar no contrato de financiamento do Banco do Brasil.






Além disso, há provas apontando que, na véspera de assumir a presidência da Petrobras, o que ocorreu em 6 de fevereiro de 2015, Aldemir Bendine e um de seus operadores financeiros novamente solicitaram propina a Marcelo Odebrecht e Fernando Reis. Desta vez, as indicações são de que o pedido foi feito para que o grupo empresarial Odebrecht não fosse prejudicado na Petrobras, inclusive em relação às consequências da Operação Lava Jato.
Em decorrência deste novo pedido e com receio de ser prejudicada na estatal petrolífera, a Odebrecht, conforme depoimentos de colaboradores, informações colhidas em busca e apreensão na 26ª fase da Lava Jato (operação Xepa) e outras provas de corroboração, optou por pagar a propina de R$ 3 milhões. O valor foi repassado em três entregas em espécie, no valor de R$ 1 milhão cada, em São Paulo. Esses pagamentos foram realizados no ano de 2015, nas datas de 17 de junho, 24 de junho e 1º de julho, pelo Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht.
Já neste ano de 2017, um dos operadores financeiros que atuavam junto a Bendine confirmou que recebeu a quantia de R$ 3 milhões da Odebrecht, mas tentou atribuir o pagamento a uma suposta consultoria que teria prestado à empreiteira para facilitar o financiamento junto ao Banco do Brasil. Todavia, a investigação revelou que a empresa utilizada pelo operador financeiro era de fachada.
Além disso, não foi apresentado nenhum material relativo à alegada consultoria e não foi explicado o destino de valores, a forma oculta do recebimento, a ausência de contrato escrito para serviços de valor milionário e o motivo da diminuição do valor de tais serviços, que inicialmente seriam, conforme reconhecido pelo próprio operador, de R$ 17 milhões, para R$ 3 milhões.
Buscando dar aparência lícita para os recursos, o operador financeiro, após tomar ciência das investigações, efetuou o recolhimento dos tributos relacionados à suposta consultoria, cerca de dois anos após os pagamentos, com o objetivo de dissimular a origem criminosa dos valores. Há indícios que a documentação também foi produzida com intuito de ludibriar e obstruir as investigações.
A colaboração premiada dos executivos da Odebrecht foi o ponto de partida das investigações. A partir daí, a investigação se aprofundou e revelou estreitos vínculos entre os investigados e permitiu colher provas de corroboração dos ilícitos narrados. Dentre as diligências efetuadas estão análise de ligações telefônicas, identificação junto a hotéis de reuniões secretas, descoberta mediante análise de cartões de crédito de encontros em restaurantes, colheita de comunicações ocultas por aplicativos de celular que eram destruídas em tempo pré-determinado para apagar os vestígios de crimes, bem como exame de anotações que apontam para pagamentos de despesas de hospedagem em favor de familiares de Aldemir Bendine.
Audácia de criminosos
Para o procurador da República Athayde Ribeiro Costa, “é incrível topar com evidências de que, após a Lava Jato já estar em estágio avançado, os criminosos tiveram a audácia de prosseguir despojando a Petrobras e a sociedade brasileira. Os crimes recentes são a prova viva de que a prisão é necessária para frear o ímpeto criminoso de um esquema que vem desviando bilhões há mais de década”.
“Há quem fale que as investigações contra a corrupção têm que acabar, mas casos como esse deixam claro que os criminosos não vão parar. Pregar o fim da Lava Jato é defender a liberdade para os ladrões do dinheiro público prosseguirem. Se queremos um Brasil com menos corrupção, é preciso ir até onde eles foram e estão dispostos a ir”, disse a procuradora da República Jerusa Burmann Viecili.
“Preocupa a todos nós o arrefecimento do investimento na Lava Jato pela direção da Polícia Federal”, destacou o procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa no MPF/PR. “Das últimas sete operações da Lava Jato, seis foram pedidas pelo Ministério Público. É preciso preservar o trabalho da Polícia Federal nas investigações. O Ministro da Justiça e o Delegado-Geral têm poder e a consequente responsabilidade sobre o tamanho do efetivo, que foi reduzido para menos de metade”, completou.
Assista ao video abaixo com o comentário da jornalista Vera Magalhães sobre o assunto:





* Com informações de Ascom -Assessoria de Comunicação - Procuradoria da República no Paraná






10 Medidas – O combate à corrupção é um compromisso do Ministério Público Federal. Para que a prevenção e o combate à corrupção existam de modo efetivo, o MPF apresentou ao Congresso Nacional um conjunto de dez medidas distribuídas em três frentes: prevenir a corrupção (implementação de controles internos, transparência, auditorias, estudos e pesquisas de percepção, educação, conscientização e marketing); sancionar os corruptos com penas apropriadas e acabar com a impunidade; criar instrumentos para a recuperação satisfatória do dinheiro desviado. Saiba mais em www.10medidas.mpf.mp.br.




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