O Desespero da Esquerda



"A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser medíocre." Oscar Wilde












Caros amigos e inimigos leitores,




A acusação sobre Whatsapp movimenta a eleição. A acusação, de acordo com o jornal Folha de São Paulo seria a respeito do impulsionamento da campanha de Bolsonaro via WhatsApp por empresários. Para ler a notícia da Folha de São Paulo, clique aqui!
Assista abaixo ao vídeo O desespero da Esquerda:





Mas o que realmente mostra é o desespero da Esquerda em pedir a inelegibilidade de Bolsonaro por oito anos, porque a esquerda não está conseguindo reverter o resultado a seu favor na campanha para  2ª turno  das eleições. De acordo com o Site do O Antagonista,  
Fernando Haddad, Gleisi Hoffmann e Jaques Wagner não se entendem. Para ler a nota do O Antagonista, clique aqui!
Segundo o que  site "O Antagonista" informa no artigo "Jogaram a Toalha?" eles foram informados que alguns Deputados do PT que conseguiram se reeleger estão nos bastidores conversando com o Centrão para convencê-los a engrossar a Oposição a Jair Bolsonaro. Para ler a notícia de "O Antagonista", clique aqui!. Daniel Lopez comenta a notícia sobre o Whatsapp. Em comum é que ele também diz que é desespero:


Veja a mudança do PT para o segundo turno:






Ainda de acordo com o site "O Antagonista", o PT de prepara para a derrota e tenta manter  seus eleitores. Para ler a noticia de "O Antagonista, clique aqui"
O Antagonista ainda comenta e corrobora o que estou dizendo que a Esquerda quer derrotar o Bolsonaro no tapetão usando a reportagem da Folha de São Paulo sobre as mensagens do WhatsApp. Para ler a matéria de "O Antagonista", clique aqui!
O que posso comentar é que isso soa como autoritarismo, uma vez que ir para o Tapetão, seria ir contra a vontade popular, ma vez que milhões de brasileiros manifestaram no primeiro turno a sua vontade de que Bolsonaro siga em frente nas eleições para presidente. A Jornalista Vera Magalhães fez um comentário muito pertinente sobre o assunto, assista ao vídeo:



A Esquerda está tão desesperada com a pesquisa que aponta a vitória de Jair Bolsonaro no segundo turno, que eles fizeram mudanças no plano de governo, o que não vai ajudar em nada. O jornalista Claudio Dantas, do site "O antagonista" faz uma análise interessante sobre isso!  Assista ao vídeo abaixo:




O desespero da Esquerda se explica também que aponta a vitória de Jair Bolsonaro no segundo turno e a  derrota do PT. As pesquisas apontam que Jair Bolsonaro com 59% das intenções de voto enquanto Haddad está com 41%, o que aponta uma diferença de 18% a favor de Bolsonaro. Para ler a matéria na íntegra com as pesquisas eleitorais, clique aqui!
Ainda de acordo com o site "O Antagonista"(Para ler a notícia, clique aqui!), o PSOL pediu ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral)  que o WhatsApp seja suspenso até as eleições. Isto é absurdo, acima de tudo é um ato de censura. Os brasileiros não podem aceitar isso que um partido faça isso. Temos garantidos na Constituição em seu artigo 5º, a liberdade de expressão. Para ler o artigo 5º da Constituição, clique aqui!
Vamos em frente e defender nosso amado Brasil!!


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*Franco Barni 

*Franco é jornalista há 22 anos, foi colaborador Jornal Correio Mariliense,  escreveu no Jornal de Lins, foi colunista do Correio de Lins, Jornal da Moóca e Revista Tatuapé. Trabalhou na AgipLiquigás do Brasil como Assessor de Comunicação Social. Para conhecer meu currículo em detalhes, clique aqui


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TRF4 indefere liminarmente Habeas Corpus preventivo a Beto e Pepe Richa

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*O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) indeferiu liminarmente ontem, quinta-feira (18/10) a concessão de um Habeas Corpus (HC) preventivo impetrado em favor do ex-governador do Paraná Carlos Alberto Richa e do seu irmão, ex-secretário de Infraestrutura e Logística do estado José Richa Filho, conhecidos como Beto e Pepe Richa.
O HC, ajuizado na última terça-feira (16/10), buscava resguardar a liberdade de locomoção dos irmãos, que se encontram sob investigação dos procedimentos penais relativos à "Operação Piloto” e à “Operação Integração II", deflagradas no mês passado em atuação conjunta da Polícia Federal (PF), do Ministério Público Estadual e do Federal.
Quanto à “Operação Piloto”, o Habeas Corpus sequer foi conhecido, pois incabível única impetração objetivando efeitos em duas investigações distintas sob jurisdição de diferentes relatores.
Já sobre a “Operação Integração II”, o HC preventivo foi indeferido, liminarmente, porque foi considerado ausente o iminente risco de novos decretos alegado na inicial, na medida em que o Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu HC de ofício para revogar as prisões que já haviam sido decretadas e demais prisões provisórias que venham a ser concedidas com base nos mesmos fatos objeto de investigação. 
A decisão destacou, ainda, que o TRF4 não tem competência para o exame de decisões de instância Superior, concluindo pelo indeferimento liminar da impetração. Ressaltou, também, que havendo mero receio de prisão, sem indicação de ato concreto da autoridade coatora nesse sentido, não sendo possível examinar eventual ilegalidade de ato ainda inexistente e menos ainda aferir eventual descumprimento de decisão de instância Superior, além de estarem soltos os pacientes, não merece trânsito a impetração.

Com informações da  Assessoria de Comunicação - Ascom - Tribunal Regional Federal da 4ª Região - TRF4



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Operação Lava Jato: TRF4 nega recurso de Eduardo Cunha e decide não aceitar embargos infringentes



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*O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou hoje (18/10) provimento ao recurso de agravo regimental interposto pela defesa do ex-deputado federal Eduardo Cosentino da Cunha em sua ação criminal no âmbito da Operação Lava Jato. O agravo buscava reverter a negativa de admissão de outro recurso no processo, o de embargos infringentes e de nulidade. A decisão foi proferida, por maioria, em sessão de julgamento da 4ª Seção do tribunal, formada pelas duas turmas do TRF4 especializadas em Direito Criminal (7ª e 8ª).
Em março de 2017, a 13ª Vara Federal de Curitiba condenou o político a 15 anos e quatro meses de reclusão, considerando-o culpado pelos crimes de corrupção passiva, evasão fraudulenta de divisas e lavagem de dinheiro, denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF).
O ex-deputado recorreu da sentença condenatória ao TRF4. A 8ª Turma do tribunal, em novembro do ano passado, julgou a apelação criminal e manteve a condenação, apenas diminuindo o tempo de pena para 14 anos e seis meses de reclusão.
Como a decisão da 8ª Turma foi formada por maioria e não por unanimidade, a defesa de Cunha, em abril deste ano, impetrou o recurso de embargos infringentes, alegando divergências nas argumentações e também na fixação do tempo de pena por parte dos três desembargadores federais que compõem o órgão colegiado. Com esse recurso, o político procurava obter a reforma do acórdão para prevalecer uma condenação que lhe fosse mais favorável.
O relator do acórdão da apelação criminal, desembargador Leandro Paulsen, responsável por julgar a admissibilidade dos embargos infringentes, negou conhecimento ao recurso. Contra essa decisão de Paulsen, o réu interpôs, em junho passado, um agravo regimental pleiteando a revisão da aceitação dos embargos ao seu favor.
No julgamento de hoje, a 4ª Sessão decidiu por maioria negar provimento ao agravo. Segundo o relator do recurso, desembargador Paulsen, o TRF4 “tem entendimento assente de que a mera ressalva de fundamentação não constitui divergência entre julgadores, apta a ensejar a interposição de embargos infringentes”.
O magistrado acrescentou em sua decisão que “a análise da existência de voto favorável ao réu, a ensejar a interposição de embargos infringentes, cinge-se à sua conclusão e não à fundamentação, sendo inviável o acolhimento de apenas parte do voto vencido, como pretende o ora agravante”.
Ele também concluiu a negativa ao agravo regimental destacando que “não há interesse processual, porquanto prevaleceu no acórdão, na espécie, o voto mais benéfico ao embargante”.
Ainda cabe recurso de embargos de declaração no TRF4.

Com informações da  Assessoria de Comunicação - Ascom - Tribunal Regional Federal da 4ª Região - TRF4



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